Profissão docente UFAL 2015.2
segunda-feira, 21 de março de 2016
Síntese: Certificação docente e formação do educador
Este texto analisa as iniciativas do atual Governo Lula no campo da formação de professores. Para esta análise foi considerado o Programa Toda Criança Aprendendo, orientador da política de formação continuada e da certificação de professores, que oferece as diretrizes para a criação das matrizes de competência e da Rede Nacional de Centros de Pesquisa e Desenvolvimento da Educação.Tais matrizes deverão constituir-se em referência não apenas para os processos de certificação dos professores, mas sobretudo para a acreditação e autorização das instituições formadoras. A atual política, ao dar seqüência às políticas anteriores marcadas pela subordinação do país às agências internacionais de financiamento, indica, portanto, uma continuidade do processo de desprofissionalização do magistério e o aprofundamento do processo de controle e regulação do trabalho docente, principalmente por meio dos exames de certificação e da ampliação do caráter tutorial da formação, com a criação da Rede e, nela, a priorização de produção de programas de educação a distância e material didático para a formação continuada de professores da educação básica.
segunda-feira, 7 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
Infograficos
Infografia ou infográficos são um tipo de representação visual gráfica, muitas vezes complexa, que facilita a compreensão de conteúdo, em que apenas texto escrito dificultaria o entendimento. Os infográficos costumam ser caracterizados pela junção de textos breves com representações figurativas e esquemáticas, cujo objetivo é a explicação de algum conteúdo para o leitor. Além do seu uso no meio jornalístico, podemos encontrá-los em manuais técnicos, educativos ou científicos, entre outras publicações.
Exemplos de infográficos:


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
cursos de formação continuada na área da matemática.
O Ministério da educação (MEC) oferece vagas para o curso: Rede Nacional de Formação Continuada de Professores, o qual tem como área de aprimoramento a educação em matemática, com enfoque na educação básica dos sistemas públicos de educação.
Referências:
Rede Nacional de Formação Continuada de Professores; Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=86&id=231&option=com_content&view=article>; Acesso em: 22 de fev. de 2016.
Referências:
Rede Nacional de Formação Continuada de Professores; Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=86&id=231&option=com_content&view=article>; Acesso em: 22 de fev. de 2016.
Formação Continuada de Professores de Matemática.
O professor de matemática – diante
das insatisfações geradas pela aprendizagem, dos alunos, pouco alentadoras ao
considerar suas
expectativas - busca alternativas didático-metodológicas ou
elabora
formas peculiares de pensar matematicamente, com a intenção
de propiciar um ensino que considera “ser de
qualidade”.
Estudar a lógica das produções dos professores de matemática e as
múltiplas
determinações que as geram traz elementos subsidiadores
da prática cotidiana que
levam a entendimentos do pensamento
pedagógico matemático. Por sua vez, esse
pensar matemático
significa um processo de formação de conceitos que pode ser em
nível cotidiano ou cientifico. É nesse processo, segundo Vygotski
(1996, p.71), que o
homem chega ao desenvolvimento da autopercepção,
da auto-observação, ao
conhecimento da realidade interna, do mundo
das próprias vivências. Com a
formação de conceito, o ser humano
sistematiza “o mundo da consciência social”.
Entretanto, todas têm algo comum: surgem num determinado contexto
histórico, atendendo expectativas e interesses das relações
sociais da humanidade.
O modo de ensinar matemática depende da
concepção de Matemática,
de ensino, de aprendizagem e de Educação. Por extensão,
está a
forma de perceber “a relação professor-aluno, dos valores e das
finalidades
que o professor atribui ao ensino da matemática, da
visão que tem de mundo, de
sociedade e de homem”, segundo
Fiorentini (1995).
A escolha dos conteúdos, por parte do professor de matemática,
torna-se uma
ação indispensável e primordial, pois, segundo Moura
(1995, p.19), nessa
responsabilidade está o entendimento “dos
conceitos que considera necessários para
a compreensão dos
fenômenos físicos e sociais”.
Moura (1995, p.19), com base em
Furió et al (1992) elenca as significações do
que seja conhecer o
conteúdo:
• Conhecer os problemas que originaram a construção dos
conhecimentos,
como chegaram a articular-se em corpos coerentes,
como evoluíram;
•
Conhecer a metodologia própria da disciplina;
• Ter algum conhecimento dos desenvolvimentos recentes e suas
perspectivas, para transmitir uma visão dinâmica;
• Ter conhecimento de outras matérias relacionadas para poder
abordar os
problemas-fronteira, as interações entre os campos
distintos e os
processos de unificação;
•
Saber selecionar conteúdos adequados que dêem a visão correta
da
disciplina que sejam acessíveis aos alunos e suscetível de
interesse.
•
Conhecer as implicações sociais da ciência construída;
As produções dos professores refletem ansiedade de aplicar/retirar
do
cotidiano as explicações dos conceitos matemáticos.
Teoricamente, revelam uma
preocupação da possibilidade de ascender
o conhecimento matemático escolar do
particular – empírico -
para o geral. Nesse sentido, Libâneo (2004), alerta:
Se for enfatizado apenas o caráter concreto da experiência da
criança, pouco
se conseguirá em termos de desenvolvimento mental.
[...] se o ensino nutre a
criança somente de conhecimentos
empíricos, ela só poderá realizar ações
empíricas, sem influir
substancialmente no seu desenvolvimento intelectual.
Enfim, conforme indica a literatura, os professores imbuídos de
boas
intenções, elaboram saberes próprios que, às vezes, não
levam à apropriação dos
conceitos por parte dos alunos como eles
almejam. Possuem um caráter mecanicista,
pois têm a função de
macetes para que o aluno apenas memorize e reproduza sem
significado
e sentido o conteúdo a ser aprendido.
Referências:
FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA: PRODUÇÕES PESSOAIS; DAMAZIO, A; Disponível em: <http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0ahUKEwjw-KSWjYzLAhXBHJAKHdeJDg4QFggdMAA&url=http%3A%2F%2Fwww.portaldeperiodicos.unisul.br%2Findex.php%2FPoiesis%2Farticle%2Fdownload%2F20%2F21&usg=AFQjCNEtd_BxzYcd-2GVrGaIaHuN6TMopw&sig2=xO4LTJHghCXMBomw4fSUyA&cad=rja>; Acesso em: 22 de fev. de 2016.
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
1º, 2º e 3º estação
Primeira Estação

segunda estação
formação de professores
A formação de educadores,passa por diversas dificuldades uma delas é a dissociação que se faz entre a teoria e a pratica, ou seja, a separação entre o que se vê nos conteúdos que se trabalha nos cursos de licenciatura e o que é demonstrado em sala de aula.
A formação dos professores para os anos inciais do ensino fundamental no incio do século XVII passa por varias mudanças, onde o atual ensino médio que era conhecido como segundo grau, foi dividido em curso colegial clássico e curso colegial cientifico e tinha uma característica profissionalizante. Incluindo a formação dos professores primários.
Com sessamento das escolas normais e os institutos de educação, que eram o centro de formação de professores e gestores. Ocorreu então a unificação do ensino médio e o segundo grau, então a formação para os docentes inicias é dada através da habilitação para do magistério (HEM). Onde possuía classes voltadas para a formação de educadores primários, mas não tinham a mesma eficiência que as escolas normais que era mais especificas.
As grandes dificuldades com sexamento das escolas normais foram as rotatividades dos professores, que podiam lecionar em concursos, classes primarias etc. Então os professores não eram totalmente específicos que gerou uma grande perda para a formação de docentes.
A formação dos professores para os anos inciais do ensino fundamental no incio do século XVII passa por varias mudanças, onde o atual ensino médio que era conhecido como segundo grau, foi dividido em curso colegial clássico e curso colegial cientifico e tinha uma característica profissionalizante. Incluindo a formação dos professores primários.
Com sessamento das escolas normais e os institutos de educação, que eram o centro de formação de professores e gestores. Ocorreu então a unificação do ensino médio e o segundo grau, então a formação para os docentes inicias é dada através da habilitação para do magistério (HEM). Onde possuía classes voltadas para a formação de educadores primários, mas não tinham a mesma eficiência que as escolas normais que era mais especificas.
As grandes dificuldades com sexamento das escolas normais foram as rotatividades dos professores, que podiam lecionar em concursos, classes primarias etc. Então os professores não eram totalmente específicos que gerou uma grande perda para a formação de docentes.
terceira estação
oitos desafios da formação de professores
Há nos professores recém-formados
uma falta de perspectiva social e cultural, e do sentido social dos
conhecimentos aplicados à vida escolar. É necessário ter consciência que na
sala de aula não há pessoas homogêneas, todos com o mesmo conhecimento e
comportamentos, e possui de fato pessoas heterogêneas, onde cada um contém seu
jeito de aprender, comportamentos variados, múltiplas ações, ou seja, cada um
dos alunos irão agir de maneiras diferentes.
A consciência de ser
professor só é possível de ter quando se esta no exercício do magistério, em
frente a uma classe, tendo também uma noção da instituição em qual esta.
Ensinar não é natural, tem-se que ter domínio do conteúdo e um pouco mais, mas
o diferencial pode ser uma boa formação pedagógica. Entretanto, não sabemos
sobre a formação especifica do formador de professores, que estão trabalhando
num curso de formação de professores.
O professor pode fazer
de sua carreira mais atrativa, o que é um pouco difícil pelo estado atual da
educação no Brasil. Algo que tem a capacidade de contribuir é o exercício de
aulas mais atrativas e interativas, mostrando o lado bonito e mágico de ser
professor. Ocorrem também casos de professores de determinadas matérias
ensinando outras disciplinas pela falta de professor.
Cada instituição escolhe
o seu caminho para a prática do magistério. E tendo
diretrizes gerais, o professor pode optar por temas mais importantes, onde se
pode abordar nas disciplinas.
A precariedade dos
insumos é algo corriqueiro em algumas escolas que todos os anos recebem
materiais didáticos novos, mas que nem sempre são usados em sala de aula, no
qual poderia se ter um melhor proveito de material, como, por exemplo, os
laboratórios de informática e química que nem todas as escolas têm, mas quando
possui há professores que não utilizam deste equipamento.
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